Promessas ou Plano de Ação 2015

Pronto. Promessas feitas para o próximo ano. Renovamos algumas e criamos outras.

“Nesse ano novo eu prometo...”

Interessante, curioso e ao mesmo tempo “insistentemente esperançoso” esses desejos que temos para que o futuro nos traga realizações, abundância e um mundo melhor. É esse acreditar que nos move e nos torna talvez, mais próximos, mais solidários e melhores como seres humanos.

Sem dúvida, nos esforçamos. Vamos começar aquele regime, ir para a academia ou iniciar um programa de saúde, física e alimentar. Nesse ano, a pós-graduação, MBA ou o curso de inglês. Também não pode faltar a poupança para o carro novo, ou a viagem ao exterior, quem sabe a mudança de emprego. E tantos outros.

Planos, promessas, desejos. Tudo é pensado e sentido com a mais absoluta sinceridade e vontade.

Mas, embora estejamos, nessa época, todos transbordando de sonhos e esperanças, o que faz com que grande parte deles não se concretizem ou se percam no meio do turbilhão de situações do dia-a-dia que farão parte de nossas vidas, queiramos ou não, assim como os sonhos.

Fazemos os planos e até damos alguns passos, mas por que não conseguimos levar adiante? O que impede?

Alem das contingências, encontrar significância que dará motivação.

É a motivação que nos move para a realização. Ela começa como um impulso, uma necessidade, um certo “desconforto”, e essa necessidade ativa um comportamento que se expressa em movimento, ação em direção a algo. E motivação, segundo Frederick Herzberg, psicólogo americano, implica em fazer aquilo que é muito significativo para cada um.

E após encontrar esse significado, que tal um Plano de Ação? Daqueles que colocamos na porta da geladeira para emagrecer ou no computador para fazer um curso. O importante é deixar bem à vista, quase incomodando.

Nada muito complexo. O Plano de Ação deve começar com uma tarefa (um pequeno passo) a ser realizada para alcançar o objetivo, a data de início e término, os possíveis obstáculos e um Plano B (uma outra ação que substitui a anterior para vencer o obstáculo, porém, mantendo a meta). 

Depois, definir outras tarefas, passo a passo, até atingir o objetivo determinado. Simples assim!

Sonhar, pensar, sentir, realizar. Assim concretizamos os desejos, transformando-os em metas. Mas entre o sentir e o acontecer, uma infinidade de coisas podem impedir sua realização.

Portanto, se não encontrarmos motivação (motivo para a ação), ou seja, algo que realmente tenha significado, e não o transformarmos em meta, objetivo a ser alcançado, será grande a possibilidade desse desejo ser esquecido, deixado de lado.

E para completar o Plano de Ação, após a realização de cada passo, descrever o sentimento, ajuda potencialmente a reforçar o significado da meta.

Ter o desejo, encontrar o que isso significa para a vida, fazer um plano, escrever, dar foco e comandos ao cérebro de maneira que, nossa vontade seja maior que nossa própria natureza.

E por falar em desejo, vamos juntos sonhar e realizar um Plano de Ação pela Paz no Mundo. Qual ação terei para contribuir com um mundo melhor?

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